
Neste Blog pode encontrar os comentários e opiniões dos elementos da comitiva oficial ao longo da Visita de Estado à China.
Este serviço está disponível entre 30 de Janeiro e 4 de Fevereiro de 2007.
30/01/07O acordoNo dia em que o Primeiro Ministro e a comitiva visitaram a Organização da Exposição mundial de Xangai 2010, a Parque EXPO finalizou um acordo com a entidade que se vai ocupar do plano de desenvolvimento no pós-EXPO. O acordo com a EXPOLAND foi finalizado durante a bolsa de contactos do seminário económico da manhã de hoje, em Xangai, e traduz-se numa assessoria regular, com início imediato, da Parque EXPO, envolvendo a deslocação periódica de quadros – caso de arquitectos e urbanistas – a Xangai e o intercâmbio de experiências no desenho urbano da integração do recinto da Exposição na cidade. O impulso final para o acordo foi dado, nesta visita oficial do Primeiro Ministro, pelo reconhecimento de ambas as partes do modelo exemplar decorrente da EXPO’98. Deste modo se dá corpo ao verdadeiro espírito que preside, há mais de um século, à realização de exposições: a troca e a partilha de experiências. Neste caso, para uma exposição mundial, cujo tema é “Better City, better life” (melhor cidade, mais qualidade de vida) Rolando Borges Martins |
30/01/07Um êxito político e económicoA visita do Primeiro-Ministro à China tem constituído um relevante êxito político e económico. As duas dimensões estão profundamente relacionadas. O desenvolvimento da parceria estratégica Portugal China no plano das relações internacionais, cria o contexto adequado para que no plano comercial, os dois Países possam cooperar à escala global, abrindo novas oportunidades para as empresas portuguesas no mercado chinês e fazendo de Portugal uma plataforma de desenvolvimento e distribuição de produtos chineses para o mercado europeu, africano e da América latina. Os acordos estabelecidos ao longo da visita dão substância a este novo ciclo de oportunidades e indiciam uma cooperação estruturada e de largo alcance entre governos, empresas e centros de saber dos dois Países. As empresas portuguesas, apoiadas nas políticas públicas de fomento de parcerias e de subida na cadeia de valor, estarão, estou certo à altura do desafio. Carlos Zorrinho |