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O acordo

No dia em que o Primeiro Ministro e a comitiva visitaram a Organização da Exposição mundial de Xangai 2010, a Parque EXPO finalizou um acordo com a entidade que se vai ocupar do plano de desenvolvimento no pós-EXPO.

O acordo com a EXPOLAND foi finalizado durante a bolsa de contactos do seminário económico da manhã de hoje, em Xangai, e traduz-se numa assessoria regular, com início imediato, da Parque EXPO, envolvendo a deslocação periódica de quadros – caso de arquitectos e urbanistas – a Xangai e o intercâmbio de experiências no desenho urbano da integração do recinto da Exposição na cidade.

O impulso final para o acordo foi dado, nesta visita oficial do Primeiro Ministro, pelo reconhecimento de ambas as partes do modelo exemplar decorrente da EXPO’98.

Deste modo se dá corpo ao verdadeiro espírito que preside, há mais de um século, à realização de exposições: a troca e a partilha de experiências. Neste caso, para uma exposição mundial, cujo tema é “Better City, better life” (melhor cidade, mais qualidade de vida)

Rolando Borges Martins
Parque EXPO 98, Presidente
30/01/07

Sócrates quer cem empresas portuguesas no mercado chinês

O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou hoje que quer "rapidamente" cem empresas nacionais a operar no mercado chinês e sublinhou às autoridades de Pequim que Portugal "leva muito a sério" o acordo de cooperação estratégica com a China.

"Em 2005, em Lisboa, Portugal e China assinaram um acordo de cooperação estratégica. Nós levamos isto muito a sério", avisou Sócrates na abertura do Fórum de Cooperação Empresarial 2007, que decorre em Pequim.

O Fórum de Cooperação Empresarial entre Portugal e China foi o primeiro ponto do programa oficial da visita oficial de cinco dias de José Sócrates, tendo juntando cerca de 150 empresários chineses e 50 portugueses.

No seu discurso, Sócrates salientou que é precisamente por causa do acordo de cooperação estratégica com a China que se fez acompanhar por vários ministro s e secretários de Estado do seu Governo, bem como por uma comitiva de empresários "do melhor que Portugal tem".

"A economia é uma prioridade entre os dois países - e ainda bem que assim é, porque nada contribui mais para uma boa relação política do que uma boa relação económica entre dois países", defendeu o primeiro-ministro, antes de definir a China como "uma força geo-política que ninguém pode ignorar no Mundo".

Perante uma plateia de homens de negócios, o primeiro-ministro vincou depois que pretende ter "mais empresas chinesas a investir em Portugal", sustentando que o país "tem actualmente capacidades e qualificações suficientes para produz ir os produtos com elevada sofisticação tecnológica".

Da mesma forma, segundo Sócrates, "também as empresas portuguesas estão na China para constituir parcerias com as empresas chinesas, para produzir para o mercado chinês e para o mercado global".

"Actualmente, temos 25 empresas portuguesas a trabalhar na China. Queremos que esse número chegue rapidamente às cem", salientou José Sócrates no seu discurso.

Para o primeiro-ministro português, o caminho do aprofundamento das relações económicas será sobretudo feito pelos empresários.

"Estou aqui para dar um sinal de confiança aos empresários portugueses, que podem e devem aproveitar este bom relacionamento com a China", declarou ainda o primeiro-ministro.

31/01/2007 06:09 | Pedro Morais Fonseca, Lusa

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O Primeiro Ministro, José Sócrates, é saudado pelo chefe do Governo de Macau, Edmund Ho, ao chegar ao Palácio do Governo, na Praia Grande
  • O Primeiro Ministro, José Sócrates, é saudado pelo chefe do Governo de Macau, Edmund Ho, ao chegar ao Palácio do Governo, na Praia Grande
  • Primeiro Ministro, José Sócrates, no início da visita à Torre de Macau, ao lado em empresário Stanley Ho
  • Primeiro Ministro, José Sócrates, com responsável da pasta da Economia e Finanças do Governo de Macau, Francis Tam

Sabia que...

Estima-se que em 2050, a China seja o segundo maior espaço económico mundial, logo a seguir aos Estados Unidos.

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