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O acordo

No dia em que o Primeiro Ministro e a comitiva visitaram a Organização da Exposição mundial de Xangai 2010, a Parque EXPO finalizou um acordo com a entidade que se vai ocupar do plano de desenvolvimento no pós-EXPO.

O acordo com a EXPOLAND foi finalizado durante a bolsa de contactos do seminário económico da manhã de hoje, em Xangai, e traduz-se numa assessoria regular, com início imediato, da Parque EXPO, envolvendo a deslocação periódica de quadros – caso de arquitectos e urbanistas – a Xangai e o intercâmbio de experiências no desenho urbano da integração do recinto da Exposição na cidade.

O impulso final para o acordo foi dado, nesta visita oficial do Primeiro Ministro, pelo reconhecimento de ambas as partes do modelo exemplar decorrente da EXPO’98.

Deste modo se dá corpo ao verdadeiro espírito que preside, há mais de um século, à realização de exposições: a troca e a partilha de experiências. Neste caso, para uma exposição mundial, cujo tema é “Better City, better life” (melhor cidade, mais qualidade de vida)

Rolando Borges Martins
Parque EXPO 98, Presidente
30/01/07

China: centro de distribuição português nasce a 3 Fevereiro

O primeiro-ministro, José Sócrates, preside a 3 de Fevereiro, em Macau, à assinatura da escritura de constituição da empresa que irá gerir o Centro de Distribuição de Produtos Portugueses para a China.

O acordo para a constituição do Centro foi assinado em Setembro do ano passado, à margem da segunda edição da reunião ministerial do Fórum para a Coope ração Económica e Comercial entre a China e os Países e Língua Portuguesa, e com o próximo acto público começa a ganhar forma a ideia de vender mais produtos «made in Portugal» para a República Popular da China.

A primeira base logística do futuro Centro será instalada no Parque Industrial Transfronteiriço, um parque industrial construído entre Macau e a cidade continental chinesa de Zhuhai, mas num futuro próximo serão também criadas dele gações em Cantão, capital da província continental de Guangdong, e Xangai, a capital financeira da China.

Gerido pela sociedade comercial Nam Kwong, um grupo estatal chinês, o Centro terá como accionistas a própria Nam Kwong, o ICEP, a AEP, a AIP, BCP, grup o Espírito Santo e o Banco Efisa.

De acordo com fontes ligadas ao processo, o capital social do Centro deverá rondar meio milhão de euros e o objectivo da sua criação insere-se na «estratégia da criação de condições para um forte crescimento das exportações portugu esas para a China, um mercado em grande expansão e com um forte potencial de cre scimento».

Portugal mantém também em Macau o Portuguese Business Center, um centro de negócios promovido pelo ICEP e que está instalado na sede do Instituto de Pr omoção do Comércio e de Investimento (IPIM) para apoiar os empresários portugues es que se desloquem a Macau.

No plano estratégico de desenvolvimento das relações económicas e comer ciais entre Portugal e a China, o ICEP assinou também em Setembro do ano passado um acordo de cooperação com o seu congénere da cidade de Cantão (CCPIT).

O protocolo de cooperação visa «o desenvolvimento de actividades recíprocas de promoção económica e comercial em Portugal e na província de Guangdong», considerada o motor industrial da economia chinesa.

30/01/2007 13:39 | Diário Digital/Lusa

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O Primeiro Ministro, José Sócrates, é saudado pelo chefe do Governo de Macau, Edmund Ho, ao chegar ao Palácio do Governo, na Praia Grande
  • O Primeiro Ministro, José Sócrates, é saudado pelo chefe do Governo de Macau, Edmund Ho, ao chegar ao Palácio do Governo, na Praia Grande
  • Primeiro Ministro, José Sócrates, no início da visita à Torre de Macau, ao lado em empresário Stanley Ho
  • Primeiro Ministro, José Sócrates, com responsável da pasta da Economia e Finanças do Governo de Macau, Francis Tam

Sabia que...

A Cidade Proibida, local obrigatório de visita, para todos que se encontram na capital da República Popular da China, ficou a dever o nome ao facto de a ela apenas terem acesso o Imperador e Família, e os elementos da corte e servos.

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