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O acordo

No dia em que o Primeiro Ministro e a comitiva visitaram a Organização da Exposição mundial de Xangai 2010, a Parque EXPO finalizou um acordo com a entidade que se vai ocupar do plano de desenvolvimento no pós-EXPO.

O acordo com a EXPOLAND foi finalizado durante a bolsa de contactos do seminário económico da manhã de hoje, em Xangai, e traduz-se numa assessoria regular, com início imediato, da Parque EXPO, envolvendo a deslocação periódica de quadros – caso de arquitectos e urbanistas – a Xangai e o intercâmbio de experiências no desenho urbano da integração do recinto da Exposição na cidade.

O impulso final para o acordo foi dado, nesta visita oficial do Primeiro Ministro, pelo reconhecimento de ambas as partes do modelo exemplar decorrente da EXPO’98.

Deste modo se dá corpo ao verdadeiro espírito que preside, há mais de um século, à realização de exposições: a troca e a partilha de experiências. Neste caso, para uma exposição mundial, cujo tema é “Better City, better life” (melhor cidade, mais qualidade de vida)

Rolando Borges Martins
Parque EXPO 98, Presidente
30/01/07

Produtores de vinho têm de encontrar mercados de exportação como a China

Os produtores portugueses de vinho têm de "rapidamente" encontrar mercados de exportação como a China, de forma a compensar a diminuição do consumo interno, defendeu hoje em Macau o presidente da ViniPortugal.

Em declarações à agência Lusa, Vasco d´Avillez explicou que entre 1970 e 2006 o consumo médio anual de vinho do cidadão português "baixou dos 85 litros para os 48 litros" e alertou para a necessidade de encontrar mercados como a China para vender aquilo que não se vende em Portugal.

"Portugal teve em 2006 uma produção de cerca de 6,5 milhões de hectolitros sendo que cerca de dois terços, ou 4,8 milhões de hectolitros, são vendidos em Portugal e que ficam sempre por vender cerca de meio milhão de hectolitros, se o consumo se mantiver em queda em Portugal poderá criar alguns problemas pelo que é necessário encontrar novos mercados", disse.

O mesmo responsável, que iniciou recentemente o seu terceiro mandato à frente da ViniPortugal, considera a China um dos potenciais mercados exportadores, mas os produtores não se podem esquecer do "mercado interno e de manter os mercados do Brasil, Canadá, Suécia, Dinamarca, Noruega e Finlândia e Alemanha, bem como apostar nos Estados Unidos e no Reino Unido".

"A China é, tal como Angola, um mercado de aposta nos próximos dois anos e Macau é um pólo importante para entrar na China", afirmou para salientar que cerca de duas dezenas das casas presentes em Macau com a ViniPortugal estão já a realizar negócios para a Grande China.

O forte crescimento económico de Macau aliado às grandes apostas em infra-estruturas de diversão e de hotelaria e ao crescimento do turismo para números inimagináveis há pouco mais de uma década, tornam Macau numa "excelente montra de produtos e um local que pode potenciar a entrada no continente chinês", afirmou Vasco d´Avillez acrescentou também que na Grande China - incluindo Macau e Hong Kong - Portugal tem de "vender a mensagem" de que o vinho faz parte da cultura do seu povo e que em Macau "pela influência portuguesa que tem também possui essa tradição".

"Se formos bons promotores até os hotéis americanos vão querer ter um restaurante português e vinhos portugueses", disse.

30/01/2007 15:51 | Jornal de Negócios

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O Primeiro Ministro, José Sócrates, é saudado pelo chefe do Governo de Macau, Edmund Ho, ao chegar ao Palácio do Governo, na Praia Grande
  • O Primeiro Ministro, José Sócrates, é saudado pelo chefe do Governo de Macau, Edmund Ho, ao chegar ao Palácio do Governo, na Praia Grande
  • Primeiro Ministro, José Sócrates, no início da visita à Torre de Macau, ao lado em empresário Stanley Ho
  • Primeiro Ministro, José Sócrates, com responsável da pasta da Economia e Finanças do Governo de Macau, Francis Tam

Sabia que...

A obesidade tornou-se na China, uma das principais ameaças para a saúde infantil, de acordo com um estudo governamental. O problema é mais frequente nas grandes cidades, como Pequim ou Xangai, onde há crianças de 3 e 4 anos que pesam quase o dobro do recomendado.

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