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O acordo

No dia em que o Primeiro Ministro e a comitiva visitaram a Organização da Exposição mundial de Xangai 2010, a Parque EXPO finalizou um acordo com a entidade que se vai ocupar do plano de desenvolvimento no pós-EXPO.

O acordo com a EXPOLAND foi finalizado durante a bolsa de contactos do seminário económico da manhã de hoje, em Xangai, e traduz-se numa assessoria regular, com início imediato, da Parque EXPO, envolvendo a deslocação periódica de quadros – caso de arquitectos e urbanistas – a Xangai e o intercâmbio de experiências no desenho urbano da integração do recinto da Exposição na cidade.

O impulso final para o acordo foi dado, nesta visita oficial do Primeiro Ministro, pelo reconhecimento de ambas as partes do modelo exemplar decorrente da EXPO’98.

Deste modo se dá corpo ao verdadeiro espírito que preside, há mais de um século, à realização de exposições: a troca e a partilha de experiências. Neste caso, para uma exposição mundial, cujo tema é “Better City, better life” (melhor cidade, mais qualidade de vida)

Rolando Borges Martins
Parque EXPO 98, Presidente
30/01/07

Empresas portuguesas tecnológicas e de vinhos avançam em Xangai

As empresas portuguesas de vinhos Adega Cooperativa de Borba e Portugal Ramos e a de tecnologias de informação e comunicação, Teke ver, assinaram hoje acordos empresariais de parceria com firmas chinesas sedeada s em Xangai.

O acordo entre a Fundação Oriente e o Museu de Xangai, que possui uma d as mais relevantes colecções chinesas de peças em bronze, foi um dos oito compromissos assinados no Fórum de Negócios entre Portugal e China.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Fundação do Oriente, Carlos Monjardino, afirmou que o futuro Museu do Oriente, que tem a sua abertura prevista para o final deste ano, em Alcântara (Lisboa), iniciará a sua actividade com uma exposição temporária de peças provenientes da colecção permanente do Mus eu de Xangai.

Carlos Monjardino referiu também que o Museu do Oriente terá na sua exposição permanente "milhares de peças de arte popular chinesa, que são objecto de grande interesse para a museologia chinesa".

"Temos muitas peças sobre casamentos, funerais e outros rituais chineses dos últimos 250 anos, que são muito raras na China. Muitas destas peças de arte popular foram destruídas durante o período da Revolução Cultural na China", salientou o presidente da Fundação Oriente.

Além da troca de peças e da rotatividade de exposições temporárias, o acordo prevê ainda o intercâmbio de técnicos entre os museus de Xangai e do Oriente em Lisboa.

02/02/2007 08:10 | Pedro Morais Fonseca, Lusa

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O Primeiro Ministro, José Sócrates, é saudado pelo chefe do Governo de Macau, Edmund Ho, ao chegar ao Palácio do Governo, na Praia Grande
  • O Primeiro Ministro, José Sócrates, é saudado pelo chefe do Governo de Macau, Edmund Ho, ao chegar ao Palácio do Governo, na Praia Grande
  • Primeiro Ministro, José Sócrates, no início da visita à Torre de Macau, ao lado em empresário Stanley Ho
  • Primeiro Ministro, José Sócrates, com responsável da pasta da Economia e Finanças do Governo de Macau, Francis Tam

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