
No dia em que o Primeiro Ministro e a comitiva visitaram a Organização da Exposição mundial de Xangai 2010, a Parque EXPO finalizou um acordo com a entidade que se vai ocupar do plano de desenvolvimento no pós-EXPO.
O acordo com a EXPOLAND foi finalizado durante a bolsa de contactos do seminário económico da manhã de hoje, em Xangai, e traduz-se numa assessoria regular, com início imediato, da Parque EXPO, envolvendo a deslocação periódica de quadros – caso de arquitectos e urbanistas – a Xangai e o intercâmbio de experiências no desenho urbano da integração do recinto da Exposição na cidade.
O impulso final para o acordo foi dado, nesta visita oficial do Primeiro Ministro, pelo reconhecimento de ambas as partes do modelo exemplar decorrente da EXPO’98.
Deste modo se dá corpo ao verdadeiro espírito que preside, há mais de um século, à realização de exposições: a troca e a partilha de experiências. Neste caso, para uma exposição mundial, cujo tema é “Better City, better life” (melhor cidade, mais qualidade de vida)
A Petit Patapon estabeleceu um acordo com uma empresa chinesa para abrir quatro lojas teste em Xangai e Cantão, capital da província de Guangdong.
A par da retalhista de roupa infantil e de outro acordo de distribuição por empresas sector dos vinhos, o Instituto do Comércio Externo de Portugal (ICEP), associações empresariais e bancos nacionais assinaram hoje cinco contratos de investimento, um deles institucionalizando a criação do centro de distribuição de produtos portugueses na fronteira entre Macau e China.
ICEP, as associações Industrial de Portugal (AIP), Empresarial de Portu gal (AEP), a Escom (Grupo Espírito Santo), BCP e Banco Efisa assinaram um contrato de investimento e de estatutos da sociedade «Centro de Distribuição de Produtos Portugueses na China».
Esta empresa - uma sociedade de direito chinês e, por isso, podendo actuar sem limitações em todo o país - terá a Nam Kwong (do Estado chinês) como responsável pela gestão do centro, que terá um armazém afiançado (porto seco), um núcleo de apoio ao investimento e um centro para o contacto directo entre potenciais compradores.
A empresa vai funcionar numa base de apoio logístico ás companhias portuguesas que, depois de escolherem os mercados onde querem promover os seus produtos, podem recorrer aos serviços do centro para que estes cheguem aos consumidores.
ICEP, AEP, AIP, Instituto de Promoção do Comércio e Investimento de Macau, Associação de Exposições e Convenções de Macau e Associação de Serviços de Macau assinaram um protocolo para a organização de feiras e congressos.